Seu Jorge fala sobre ancestralidade ao defender o nome do filho Samba

O cantor Seu Jorge voltou a falar sobre a repercussão gerada pelo nome de seu filho mais novo, Samba, que está prestes a completar dois anos. Quando o bebê nasceu, o artista precisou recorrer à Justiça para garantir que o registro fosse feito exatamente como havia planejado.

Em entrevista à revista Quem, o músico explicou que sempre enxergou grande beleza no nome Samba. Segundo ele, a escolha está profundamente ligada às raízes africanas e fortalece uma conexão com a ancestralidade que deseja preservar dentro da família.

O artista contou que descobriu que o nome ainda não havia sido usado oficialmente no Brasil. Para ele, parte da polêmica surgiu justamente pelo ineditismo, já que ninguém havia tomado essa iniciativa antes. Seu Jorge acredita que o debate ajuda a quebrar padrões e a abrir caminho para novas escolhas.

Durante a conversa, ele lembrou que situações semelhantes já aconteceram no mundo da música. Um dos exemplos citados foi Gilberto Gil, que enfrentou resistência ao registrar a filha Preta Gil nos anos 1970. Segundo Seu Jorge, se existem pessoas com nomes como Clara e Branca, também é natural que existam Pretas, Sambas e Benins.

Além de Samba, Seu Jorge é pai de Luz, Flor e Aimée.

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